Acompanhamento Processual

Informações atuais sobre o serviço prestado.
Seu e-mail
Senha

Webmail

Clique no botão abaixo para ser direcionado para nosso ambiente de webmail.

Cogens entregam ao presidente do TJRJ cartilha “Prevenção e Combate aos Assédios e às Discriminações”

Da esquerda para direita: integrantes do Napjus Maria Araci Martins e Abab Nino; coordenadora do Napjus Inara Firmino; desembargador Wagner Cinelli; presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto; desembargadora Patricia Serra; integrantes do Napjus Ionara Carvalho e Alessandra Man-Fu Os presidentes dos Comitês de Promoção da Igualdade de Gênero e de Prevenção e Enfrentamento dos Assédios Moral e Sexual e da Discriminação, desembargador Wagner Cinelli (Cogen-1º Grau) e desembargadora Patrícia Serra (Cogen-2º Grau), entregaram, nesta quinta-feira, 7 de maio, ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto de Castro, a Cartilha “Prevenção e Combate aos Assédios e às Discriminações no TJRJ” e o folheto “Precisamos falar sobre Assédios e Discriminações no TJRJ”. A entrega dos dois documentos organizados pelos Cogens, por meio do Núcleo de Atenção e Promoção à Justiça Social (Napjus), integra a série de atividades e ações promovidas nesta primeira semana de maio, seguindo a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para todos os tribunais do país, através da Resolução nº 351/2020. O presidente do TJRJ destacou a importância da Semana e de toda a ação voltada ao combate do assédio e da discriminação. “A Semana de Prevenção e Combate aos Assédios e às Discriminações se faz de grande importância, principalmente quando nós ainda, infelizmente, nos deparamos com várias situações de assédio e de discriminações. Essa semana procura trazer a consciência de que esse tipo de conduta é muito nefasta no âmbito da sociedade. Por isso, eu gostaria de parabenizar essa iniciativa por parte dos desembargadores que estão à frente, o desembargador Wagner Cinelli, a desembargadora Patrícia Serra e tantas outras que lutam para que a sociedade possa evoluir combatendo esse tipo de situação.” Presidente do Cogen-1º Grau, o desembargador Wagner Cinelli, falou sobre a importância do envolvimento do Tribunal no combate à discriminação e ao assédio. “O apoio do presidente do TJRJ às ações da Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação é fundamental porque marca a posição da instituição contra os assédios e as discriminações. Essas ações integram o calendário do CNJ, que estabeleceu uma política pública voltada para os tribunais. E vamos seguir com outros eventos durante todo o mês de maio.”  Folheto “Precisamos falar sobre Assédios e Discriminações no TJRJ" é um resumo cartilha, trazendo as modalidades de assédio e das práticas discriminatórias Para a desembargadora Patrícia Serra, presidente do Cogen- 2º Grau, a cartilha destaca a preocupação do Tribunal não apenas em relação combate, mas também com a prevenção. “A cartilha, que tem seu lançamento oficial nesta sexta-feira, 8 de maio, reúne um material representativo abordando a preocupação do tribunal com essa política pública de prevenção e enfrentamento ao assédio, a toda e qualquer modalidade de assédio e discriminação no ambiente de trabalho, para que se possa, em primeiro lugar, proteger a saúde psicossocial dos nossos colaboradores e colaboradoras.” Coordenadora do Napjus, Inara Firmino explicou sobre a proposta do folheto “Precisamos falar sobre Assédios e Discriminações no TJRJ” e ressaltou que as ações promovidas nesta primeira semana e durante todo o mês de maio irão contribuir para que essas discussões ocorram de forma mais efetiva no ambiente de trabalho do TJRJ. “O folheto é um resumo importante da cartilha, que traz as modalidades de assédio e de práticas discriminatórias, estabelecendo uma chamada, uma cultura anti-discriminação e assédio. Acredito que as ações promovidas servem para fortalecer a política de combate ao assédio. É muito importante promover essa discussão dentro do Tribunal, para que as pessoas tenham a oportunidade de debater sobre essas questões. Porque é importante falar e enfrentar uma cultura institucional, assim como, qualquer tipo de discriminação e de violência. Dessa forma, poderemos alcançar uma prestação jurisdicional mais efetiva em um ambiente de trabalho que seja mais acolhedor.” JM/IA Fotos: Rafael Oliveira/TJRJ
08/05/2026 (00:00)
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.