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Escola de Mediação reúne pesquisadores para consolidar métodos consensuais

Ao lado dos juízes Gustavo Quintanilha (à esquerda) e Francisco Posada (à direita), o desembargador Cesar Cury apresentou a proposta do laboratório de pesquisa aos novos integrantes  A Escola de Mediação (Emedi) do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) promoveu, nesta segunda-feira, 13 de abril, uma reunião voltada à construção e ao alinhamento de diretrizes acadêmicas para o desenvolvimento dos métodos consensuais no âmbito institucional. O encontro, realizado no Auditório Desembargador Nelson Ribeiro Alves, no Fórum Central, reuniu um amplo grupo de pesquisadores interessados em participar da proposta.  De acordo com o presidente de Conselho de Administração da Emedi, desembargador Cesar Felipe Cury, o projeto, pautado em comissões temáticas, visa consolidar uma base acadêmica consistente para a mediação. “Há uma série de imprecisões conceituais e metodológicas nos institutos da consensualidade. Essa imprecisão processual gera uma série de arbitrariedades no uso da mediação. Nossa proposta, portanto, é que cada comissão temática crie pesquisas capazes de solidificar os conteúdos relacionados ao tema”, disse.  A reunião também contou com a participação, respectivamente, do primeiro e segundo secretários do Conselho de Administração da Emedi, os juízes Francisco Posada e Gustavo Quintanilha, que explicaram a estrutura interna e organização da Escola de Mediação.  Comissões Temáticas  A Escola de Mediação conta com quinze comissões temáticas que integram o Laboratório de Pesquisa Aplicada dos Métodos Adequados de Resolução de Disputas. As comissões atuam nas áreas de estudos comparados, cooperação jurídica nacional e internacional, processo civil e penal, administração pública, relações públicas, privadas e empresariais; relações tributárias e fiduciárias, saúde privada e juízos digitais.  Cada comissão escolherá um objeto de pesquisa e apresentará resultados preliminares mensalmente. A cada semestre, as comissões deverão pulgar um relatório aprofundado sobre as pesquisas realizadas. Os projetos finais serão submetidos à análise por uma banca externa e, se aprovados, publicados na Revista Brasileira de Direito Consensual da Emedi. KB/IA   Foto: Felipe Cavalcanti/TJRJ   
13/04/2026 (00:00)
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